1 – Organização Administrativa do Clube (propondo formas para organizar o clube, apresentando soluções para os problemas com que ele próprio depara);
2 – Sector dos Materiais e dos Equipamentos (sem esquecer as possibilidades financeiras apresentar soluções a problemas em relação ao material e equipamentos);
3 – Instalações Desportivas (“fazer-se ouvir” em situações de melhoramentos e remodelações das instalações desportivas, no sentido de resolver problemas e melhorar se possível as condições para todos os indivíduos intervenientes na modalidade em causa);
4 – Organização do departamento técnico (no sentido de haver ligação entre os vários sectores do clube, tornando-os complementares e convergentes através da tomada de acções como a decisão quanto ao número de escalões, caracterização técnica do trabalho a realizar, etc... ); Ao nível do treino (que é a área de maior intervenção), o treinador tem que ser capaz de encontrar as razões que levaram ao sucesso ou insucesso na competição. Outro aspecto importante está relacionado com o facto do treinador ter a necessidade de estar bem identificado com aquilo que se propõem ensinar de forma a que durante a realização saiba o que vai fazer e como o vai fazer.
É necessário que o treinador se organize de forma a que consiga recolher todos os dados, quer positivos, quer negativos dos atletas de forma a que consiga determinar possíveis erros ou comportamentos, com o objectivo de possibilitar a realização de um estudo mais pormenorizado sobre aquilo que são as suas “matérias-primas”. Outro aspecto importante num treinador é o facto da necessidade de estar equipado com um vestiário que lhe permita o correcto desempenho dessas tarefas e também de se “aproximar” mais dos seus atletas.
Durante o treino, o treinador:
- exemplifica e demonstra (o que quer que os seus atletas realizem); - observa (tudo e todos que participam no treino);
- exemplifica e demonstra (o que quer que os seus atletas realizem); - observa (tudo e todos que participam no treino);
- corrige (explicando ao atleta como deve realizar, sendo por isso um momento dinâmico e transformador);
- auxilia (o executante em algumas situações, que possibilitam ao atleta obter as primeiras informações motoras do movimento que de outra forma são muito difíceis);
- participa (em determinadas situações mas sem nunca permitir que exista confusão entre quem treina e quem é treinado);
- controla (a actividade dos atletas durante o treino, nos mais diversificados aspectos como a duração de cada exercício ou aspectos exteriores de fadiga).
Autor: Prof André Teixeira
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